Após meses de buscas, a Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, nesta segunda-feira (12), Livia Cardoso Costa, apontada como a mandante do assassinato da biomédica Denise Ramaciote Calasans. O crime, que chocou a Baixada Fluminense, ocorreu em março de 2025 e teria sido motivado por uma disputa financeira.
A suspeita foi localizada por agentes da 56ª DP (Comendador Soares) e da 60ª DP (Campos Elísios) em uma unidade de saúde em Duque de Caxias, onde deu entrada após sofrer um acidente. Ela permanece sob custódia policial enquanto recebe atendimento médico.
Dívida de R$ 30 mil motivou o crime
As investigações apontam que a execução de Denise Calasans foi planejada devido a um empréstimo não quitado. A biomédica teria pego cerca de R$ 30 mil com Livia e o marido dela. O montante teria sido utilizado para financiar reformas no consultório onde a vítima trabalhava.
De acordo com a polícia:
- O Crime: Denise foi assassinada com diversos golpes de faca.
- Execução: A autora material do homicídio já havia sido detida em abril de 2025, escondida na comunidade Corte 8, em Duque de Caxias.
- A Prisão da Mandante: Livia estava foragida desde a época do crime. O paradeiro foi descoberto através de um trabalho de inteligência que monitorou a entrada de emergência em hospitais da região após a suspeita se acidentar.
Relembre o caso
O desaparecimento e a morte de Denise Calasans mobilizaram as autoridades fluminenses no ano passado. A biomédica ficou desaparecida por semanas, gerando grande comoção nas redes sociais e mobilizando buscas intensas na região de Nova Iguaçu.
O desfecho revelou uma trama de agiotagem e violência que culminou na morte brutal da profissional. Com a prisão de Livia, a Polícia Civil espera encerrar o ciclo de investigações sobre a autoria do crime.



