Anvisa proíbe comercialização de duas marcas de suplementos por irregularidades

Anvisa proíbe comercialização de duas marcas de suplementos por irregularidades

🕓 Última atualização em: 18/11/2025 às 08:00

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão imediata da venda de diferentes suplementos alimentares no Brasil após identificar problemas graves relacionados à regularização e segurança dos produtos. A decisão tem como objetivo garantir a proteção dos consumidores e assegurar que apenas itens autorizados e devidamente registrados sejam disponibilizados no mercado.

Motivo da suspensão

A proibição ocorreu devido à ausência de certificação sanitária obrigatória. Segundo a Anvisa, os suplementos não passaram pelos processos de avaliação e controle previstos na legislação nacional, tornando sua comercialização ilegal e potencialmente arriscada à saúde.

Entre os itens suspensos está a proteína em pó da marca Proteus, que apresentava falhas no rótulo, incluindo a falta de identificação do fabricante nacional — requisito indispensável para o rastreamento e fiscalização.

Produtos naturais também foram afetados

A decisão também atinge uma linha de produtos naturais comercializada pela empresa Bugroon, que atuava sem a licença sanitária necessária para produção. A determinação inclui o recolhimento de todos os lotes já distribuídos no país.

Entre os produtos citados estão:

  • Óleos vegetais: Menta Piperita, Sucupira e Copaíba
  • Cápsulas: Ginkocen, Calmom, Catux e Neuralfocus

Direitos do consumidor

Quem adquiriu qualquer um dos produtos proibidos pode solicitar reembolso. O Código de Defesa do Consumidor assegura ressarcimento total em casos nos quais o item é considerado irregular ou impróprio para uso.

Orientação recomendada:

  1. Procure o suporte da loja física ou virtual onde a compra foi realizada;
  2. Caso não haja retorno ou solução, registre reclamação no Procon.

Como verificar a autenticidade de suplementos

Antes de efetuar a compra, o consumidor deve consultar a situação do produto e do fabricante nos canais oficiais da Anvisa. Denúncias sobre venda irregular podem ser registradas diretamente na plataforma Fala.BR, do Governo Federal.

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