A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão imediata da venda de diferentes suplementos alimentares no Brasil após identificar problemas graves relacionados à regularização e segurança dos produtos. A decisão tem como objetivo garantir a proteção dos consumidores e assegurar que apenas itens autorizados e devidamente registrados sejam disponibilizados no mercado.
Motivo da suspensão
A proibição ocorreu devido à ausência de certificação sanitária obrigatória. Segundo a Anvisa, os suplementos não passaram pelos processos de avaliação e controle previstos na legislação nacional, tornando sua comercialização ilegal e potencialmente arriscada à saúde.
Entre os itens suspensos está a proteína em pó da marca Proteus, que apresentava falhas no rótulo, incluindo a falta de identificação do fabricante nacional — requisito indispensável para o rastreamento e fiscalização.
Produtos naturais também foram afetados
A decisão também atinge uma linha de produtos naturais comercializada pela empresa Bugroon, que atuava sem a licença sanitária necessária para produção. A determinação inclui o recolhimento de todos os lotes já distribuídos no país.
Entre os produtos citados estão:
- Óleos vegetais: Menta Piperita, Sucupira e Copaíba
- Cápsulas: Ginkocen, Calmom, Catux e Neuralfocus
Direitos do consumidor
Quem adquiriu qualquer um dos produtos proibidos pode solicitar reembolso. O Código de Defesa do Consumidor assegura ressarcimento total em casos nos quais o item é considerado irregular ou impróprio para uso.
Orientação recomendada:
- Procure o suporte da loja física ou virtual onde a compra foi realizada;
- Caso não haja retorno ou solução, registre reclamação no Procon.
Como verificar a autenticidade de suplementos
Antes de efetuar a compra, o consumidor deve consultar a situação do produto e do fabricante nos canais oficiais da Anvisa. Denúncias sobre venda irregular podem ser registradas diretamente na plataforma Fala.BR, do Governo Federal.



